sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Recentemente foi criada a UADERJ, União das Associações de Diabéticos do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de cobrar uma política de atenção integrada ao diabetes. Queremos garantir aos diabéticos, especialmente aos menos favorecidos, o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento adequado para a prevenção de complicações crônicas. A UADERJ está participando de um grupo de trabalho na Secretaria Estadual de Saúde, que esta revendo esta política, por determinação de uma lei do deputado Newton Salomão. Exemplificando, no nosso estado, o acesso a triagem para retinopatia diabética no serviço público é muito limitado e a maioria dos pacientes nunca foi submetida ao exame de fundo de olho. É inaceitável que a condição social determine quem vai ou não sofrer complicações do diabetes. Participamos do programa ALERJ debate discutindo o tema . Assista no link abaixo e se informe. Quem sabe você pode nos ajudar a melhorar da vida de milhares de diabéticos.
http://www.tvalerj.tv/PlayMediaInPortfolio.do?mediaId=5690

Acesse também o site da UADERJ - http://www.uaderj.org

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Os benefícios do Omega 3 no Diabetes Tipo 2

Um estudo publicado em uma Revista Científica Japonesa concluiu que o consumo regular do ácido graxo essencial n-3 (Omega 3) pode diminuir o número de casos de Diabetes Tipo 2 (DM2) decorrentes da evolução da Síndrome Metabólica (SM), além de diminuir a quantidade de óbitos decorrente de infarto do miocárdio nos pacientes DM2.

Ele ainda prova que o consumo regular de Omega 3 diminui os índices de colesterol total e LDL-colesterol, melhora quadros inflamatórios, de hipertensão, de intolerância à glicose, sobrepeso e obesidade.

Algumas fontes naturais de Omega 3 são: peixes gordurosos de águas profundas como o salmão, atum, arenque, anchova e sardinha (mas não vale fritar!); grãos como linhaça dourada e quinoa; algumas oleaginosas como nozes e amêndoas; além de brócolis, rúcula e espinafre. Equilibrando a sua alimentação é possível encaixar algumas dessas fontes no seu dia-a-dia.

Existem também disponíveis alguns suplementos de Omega 3 em cápsulas e seu uso pode ser uma opção. Converse sempre com seu Médico e Nutricionista para garantir que sua alimentação esteja atendendo às suas necessidades específicas (inclusive as necessidades de Omega 3) e, principalmente, sempre antes de começar a usar um suplemento nutricional.

Fonte: Douglas Edward Barre, “The Role of Consumption of Alpha-Linolenic, Eicosapentaenoic and Docosahexaenoic Acids in Human Metabolic Syndrome and Type 2 Diabetes- A Mini-Review”, J. Oleo Sci., Vol. 56, 319-325 (2007).

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Uma palavra da psicóloga Martha Villar


As famílias com um de seus membros, criança ou adulto, cronicamente enfermo, enfrentam desafios e carregam fardos desconhecidos de outras famílias:

- o choque do diagnóstico inicial.
- a necessidade urgente e inescapável por conhecimentos da doença.
- a natureza exaustiva de cuidados constantes imprevisivelmente pontuados por
crises.
- muitas e constantes preocupações financeiras.
- conviver constantemente com o sofrimento e a insegurança.
- familiares sempre preocupados, tensos pela cronicidade fatigante, cansativa dos
cuidados necessários.
- preocupações com o bem estar dos outros membros da família.
- multiplicidade de questões envolvendo a distribuição correta na família de
afeto, tempo e dinheiro.

Estes desafios, possivelmente serão enfrentados pela família de um portador de diabetes.

A colaboração de uma equipe de saúde que esteja preparada com competência, para cuidar não só do paciente diabético, mas também de toda a família, é de grande importância.

Como terapeuta, trabalhando junto aos grupos familiares, reconheço como a minha principal tarefa, facilitar a aceitação das dificuldades reais, estimular e promover um relacionamento franco entre os membros destas famílias, respeitando suas crenças expectativas, medos e fortalecendo suas esperanças .

A participação e o apoio do terapeuta de família podem ajudá-las a romperem barreiras existentes, muitas vezes escondidas através de silêncios, que tanto distanciam, afastam e confundem o afeto e a troca entre seus membros.

Definitivamente não se pode misturar Lantus com insulina ultra rápida

Um estudo apresentado no último Congresso Americano de Diabetes confirmou que não se deve misturar a insulina Lantus com insulinas ultra rápidas. A mistura atrassa o pico da ultra rápida e aumenta o seu tempo de ação. Em outras palavras, piora o controle da glicemia 2h após a refeição e aumenta o risco de hipoglicemia 3 a 6 horas após a alimentação.

terça-feira, 21 de julho de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=S1kV8mDLowg

Vejam a nossa entrevista sobre corrida na ESPN Brasil.
Bjs e Vamos Correr

sexta-feira, 10 de julho de 2009

famosos com diabetes

O site foxnews.com publicou uma lista de famosos com Diabetes tipo 1. Destacam-se no grupo as belas Halle Berry, diagnosticada aos 23 anos, e Sharon Stone que recentemente declarou que tem diabetes tipo 1. Além do pop star Nick Jonas, da banda Jonas brothers.
Veja a relação completa no link abaixo.
http://www.foxnews.com/photoessay/0,4644,4749,00.html#1_0

maratona rio











Maratona na Cidade maravilhosa
Por Solange Travassos*

Apesar da forte chuva que caiu na madrugada que antecedeu a Maratona do Rio, a participação na prova obteve a marca recorde de mais de 15.000 corredores.
Mais uma vez a equipe Diabetes, patrocinada pela Sociedade Brasileira de Diabetes do Rio de Janeiro e pelo laboratório Sanofi Aventis, esteve presente com grupo bastante animado. A participação maior foi na Family Run com 24 atletas, mas a equipe Diabetes também esteve representada na maratona e na meia maratona.

A maratona é a mais longa, desgastante e uma das mais difíceis e emocionantes provas do atletismo. Concluir uma maratona é um grande desafio, uma superação, ainda mais para um grupo de atletas com diabetes tipo 1. Além de toda a preparação física, é fundamental um ajuste cuidadoso entre a dose de insulina, a hidratação e a reposição de carboidratos a fim de evitar flutuações glicêmicas que comprometam a performance ou a segurança durante a prova. Na fotos os Maratonistas Guilherme Moravia, Abayuba Rodriguez, Mônica Otero, Alexei Caio, Flávio Aguiar, Marcelo Bellon e os meia maratonistas Rodrigo Batista e Gabriel Sepúlveda.
No grupo da Family Run, as idades variaram bastante. A atleta mais jovem tinha 13 e a mais experiente 77 anos e várias caminhadas no currículo. Os músicos Paula Toller e Dado Villa-Lobos, ambos com diabetes tipo 1, correram os 6km da Family Run. Dado já é freqüentador das corridas de rua e Paula, recém diagnosticada com diabetes tipo 1, participou pela primeira vez e já está fazendo planos para as próximas provas.
A corrida está cada vez mais popular no Brasil, é um movimento que cresce a cada dia e virou mania nacional. Correr ou caminhar é um ótimo começo para controlar o diabetes.
A campanha Controle o Diabetes Correndo ou Caminhando lançada pela Sociedade Brasileira de Diabetes Rio de janeiro, com o apoio da UADERJ (União das Associações de Diabéticos do Estado Do Rio de Janeiro), em abril de 2009, tem por objetivo estimular a valorização da atividade física para o controle e prevenção do diabetes.